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Colocação de Brincos em BOVINOS e BUBALINOS
Diante das restrições impostas pelos países importadores ao comércio internacional de produtos de origem animal e vegetal, mais especificamente na área de saúde animal, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, através da Instrução Normativa Nº 17, de 13 de junho de 2006, estabeleceu normas e procedimentos aplicáveis a todas as fases da produção para assegurar a rastreabilidade, a origem e a identidade dos bovinos e bubalinos.
Santa Catarina é hoje um grande produtor e exportador, principalmente de carnes de suínos e de aves. Tal posição leva a necessidade de desenvolver ações para elevar o padrão sanitário de seu rebanho, buscando se adequar às exigências sanitárias internacionais. Possibilitando a oportunidade de colocar seus produtos em mercados considerados nobres, obtendo assim melhor remuneração para toda a cadeia produtiva.
O status sanitário de Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, conferido pela Organização Mundial de Saúde Animal - OIE ao Estado de Santa Catarina, possibilita exportar carne e seus derivados para todos os países do mundo. Para que esta conquista sanitária seja mantida e tenhamos a necessária confiabilidade, é preciso identificar individualmente todos os bovinos e bubalinos do Estado, por meio da aplicação de elementos de identificação animal (brincos) e do cadastramento dos produtores rurais e seus animais, possibilitando assim, avançar em direção a rastreabilidade dos bovinos e bubalinos em Santa Catarina.
Com este objetivo a CIDASC elaborou o Projeto de Identificação de Bovinos e Bubalinos – PIB, o qual está em fase de implantação no Estado, e fará com que seja aplicado brincos em todos os animais do Estado (bovinos e bubalinos), até o mês de junho/08.
Para o médico veterinário Luiz Carlos Galarz, responsável Regional pelo PIB, a aplicação de brincos nos animais, possibilitará ao Estado assegurar a rastreabilidade de seu plantel, bem como valorizar a qualidade de nossos produtos e subprodutos.
Tubarão SC, 28 de fevereiro de 2008.
Hélio Medeiros Leandro, CIDASC – Tubarão.
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