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4 de Fevereiro de 2004

A Adocon/Tubarão informa

Saiba como se prevenir contra preservativos falsificados:

Desde 2001, a Anvisa apreendeu cópias de três marcas de camisinhas fraudadas. Saiba como se proteger contra o problema.

Após sofrer a resistência da sociedade, os preservativos se consolidaram como a arma mais eficaz na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids. O consumo da "camisinha" aumentou significativamente nos últimos anos, principalmente na época do Carnaval, e sua segurança melhorou muito hoje em dia (veja boxe abaixo). Porém, o consumidor ainda não está livre de outra ameaça: a falsificação dos produtos.

Em 2001, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a interdição e apreensão de cópias falsificadas do preservativo Jontex Lubrificado, fabricado pela empresa Johnson & Johnson. A camisinha fraudada apresentava características diferentes do produto original, a exemplo da cor contrastante da caixa do preservativo e a ausência de informações no seu envelope plástico.

Um ano depois, nova falsificação divulgada pela Anvisa. Desta vez, da marca Olla, produzida pela Indústria Nacional de Artefatos de Látex (Inal). A Agência também determinou a apreensão da cópia falsa do produto, lote 210102-M3. O esquema foi descoberto após a denúncia de um consumidor à Inal, relatando que a camisinha do lote alterado tinha se rompido.

Outra ocorrência surgiu em janeiro de 2003, envolvendo o preservativo Falcon dos times de futebol Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo, também fabricado pela Inal. As cópias que tentavam imitar o produto original apresentavam o mesmo número de lote, 06 06 02 -MD, o que as caracterizava como falsas.

Difícil de reconhecer:
Não existe um padrão de falsificação comum. Segundo a assessoria de imprensa da Anvisa, as diferenças entre o produto original e o fraudado geralmente são sutis, vão desde a cor do preservativo até o picotado da embalagem e o número de lotes igual.

A exemplo do caso da Olla, a ajuda do consumidor é fundamental para desvendar essas falsificações. Além das características citadas acima, conforme orientação da Agência, desconfie de erros de português e de embalagens cuja qualidade é inferior a normalmente encontrada no mercado. Os preservativos fraudados representam uma ameaça à saúde dos usuários, uma vez que podem se romper durante a relação e não contam com a mesma garantia de qualidade oferecida pelo fabricante original.

Preservativo
Falso
Texturizado
linhas circulares
Preservativo
Falso
Texturizado pontos
"DOTS"
Preservativo
Falso
Texturizado
pontos "DOTS"
Formato
Anatômico
Preservativo
Verdadeiro
Olla
(paralelo liso)

Também fique atento a outras recomendações:
Não compre produtos em feiras livres, mercados pequenos ou camelôs. A incidência de preservativos falsificados aumenta nesses locais, segundo dados da assessoria de imprensa da Anvisa. Exija sempre a nota fiscal. É a sua garantia em caso de problemas.

Observe se a embalagem não está violada. Dê preferência para as camisinhas lubrificadas, porque o risco de ruptura é menor.

Só compre produtos que tenham o selo de certificação do Inmetro e confira a data de validade. Normalmente os preservativos valem por três anos.

Leia as instruções contidas na embalagem. É muito importante saber colocar bem a camisinha para evitar que ela se desprenda ou rompa durante o ato sexual.

Você sabia?
Desde 1990, o Idec acompanha a qualidade dos preservativos no Brasil. Em 1992, em conjunto com outras entidades da Consumers International, o instituto realizou um teste com sete marcas de camisinhas; cinco delas foram consideradas inadequadas. O resultado impulsionou a mudança da regulamentação técnica dos preservativos no país. Outros testes foram feitos, em 1996 e em 2000. Ambos também propiciaram melhorias para a qualidade dos produtos, que pôde ser constatada na avaliação de 2000: Das 17 marcas brasileiras testadas apenas uma apresentou problemas de segurança.

A quem recorrer?
Se você desconfiar que a camisinha é falsa, denuncie à Anvisa pelo telefone: 0800-703-6363. Ainda no tema de falsificações, o site do Idec conta com outra notícia envolvendo protetores solares fraudados, mais precisamente os bloqueadores Sundown Kids Color FPS 30 e Sundown com repelente (ambos com fator de proteção solar 20, 30 e 50).

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